| TWO roads diverged in a yellow wood, | |
| And sorry I could not travel both | |
| And be one traveler, long I stood | |
| And looked down one as far as I could | |
| To where it bent in the undergrowth; | 5 |
| Then took the other, as just as fair, | |
| And having perhaps the better claim, | |
| Because it was grassy and wanted wear; | |
| Though as for that the passing there | |
| Had worn them really about the same, | 10 |
| And both that morning equally lay | |
| In leaves no step had trodden black. | |
| Oh, I kept the first for another day! | |
| Yet knowing how way leads on to way, | |
| I doubted if I should ever come back. | 15 |
| I shall be telling this with a sigh | |
| Somewhere ages and ages hence: | |
| Two roads diverged in a wood, and I— | |
| I took the one less traveled by, | |
| And that has made all the difference.(obrigada, Mário Simões, pela lembrança do poema do Frost!)
|
Férias, enfim
quinta-feira, 6 de março de 2014
The road not taken
quarta-feira, 5 de março de 2014
Cemitério, Taberna e Castelo
Cemitério-floresta em Hilchenbarch: cada árvore, uma história.
Nã e Ni <3
Uma árvore-lápide
A "capela mortuária ao ar livre"
Uma taberna na manhã mais fria até agora: aprox. 1o, com sensação térmica de -5 :o
Ao fundo, as ruínas de um castelo...embaixo, Hugo lindo da nossa vida.
Continuo encantada com a arquitetura...
Nã e Ni <3
Uma árvore-lápide
A "capela mortuária ao ar livre"
Uma taberna na manhã mais fria até agora: aprox. 1o, com sensação térmica de -5 :o
Ao fundo, as ruínas de um castelo...embaixo, Hugo lindo da nossa vida.
Continuo encantada com a arquitetura...
terça-feira, 4 de março de 2014
Hilchenbach, Alemanha, 04/março/2014
Foi com esta frase que a Alemanha me recebeu, representada pelo comissário de bordo da Lufthansa, ao responder minha pergunta de viajante inexperiente: o que tem para beber?
O modo caloroso e generoso com que Gio, Knut e Hugo nos receberam em Frankfurt reproduziu o que a resposta do comissário me causou: uma sensação de que sou bem-vinda e de que posso, de algum modo, me dedicar a certas auto-indulgências nos próximos 7 dias por estas bandas. Já decidi quase todas e uma delas é, sem dúvida, voltar a calçar meu tênis de corrida e, como fiz por todos os lugares lindos que já conheci na vida, "desfilar pelo asfalto". Mas isso fica para amanhã...por ora, dedico-me a uma outra auto-indulgência: dormir sem relógio, sem preocupação e com as lembranças de um jantar maravilhoso em que matei a saudade de minha prima-irmã, conheci brasileiros que vivem nesta terra longínqua e, sim, ouvi uma trilha sonora para lá de especial escolhida por meu priminho, Hugo, que, no alto de seus 8 anos, já sabe o que é música boa: Queen.
<3 Não sei dar tchau, então deixo uma foto para falar de saudade ;)
Renan, olha nós nessa! Rouba aí que depois eu deleto ;)
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Surreal
O que tem a ver o jogador de futebol americano com minha primeira postagem de férias? Espia só, são quase 19h da sexta de carnaval no Brasil. Viajo na 2a de manhã para Frankfurt, parada inicial para uma viagem de 32 dias, com final em Londres, e a única coisa que fiz a respeito da viagem foi renovar meu passaporte e comprar as passagens. Sequer tenho euros, libras, ou aquele casaco para fim de inverno. Como seria diferente só porque vou finalmente por aquelas bandas? Tudo meu é assim, na última hora. Péssimo, eu sei. Os últimos 40 dias têm sido os mais corridos, cansativos, tensos, desafiadores, loucos, gratificantes, da minha vida profissional. Resumindo: ocupada e "corrida" como nunca antes (nem malhar estou conseguindo e, quem me conhece, sabe que para isso acontecer, precisa estar "acabando o mundo". Mas vim aqui abrir esse blog enquanto Igor me grita do banheiro que está com fome e que não há nada para comer em casa. Até café da manhã está faltando nessa casa! Vim aqui insistir nesse tempinho para organizar as coisas no meio do furacão que está passando e bagunçando meu cabelo, e levantando minha saia e me deixando com a respiração ofegante...insistir nesse espaço em que poderei conversar com os que mais amo, no recôndito da internet em que espero contar alguma coisinha, falar de vontades, de sensações, deixar uma fotinha ou outra de alguma coisa (não esperem que eu apareça nelas). Vim abrir oficialmente o blog para, quem sabe, um poder do alto, ou das profundezas, seja de onde for, uma energia e força estabeleçam que, ao abrir o blog eu definitivamente consiga dar por iniciada a temporada de férias! Quem sabe assim eu consiga me desvencilhar da correria, dos emails, das preocupações...desvencilhar-me assim como o jogador da foto rsrsrss São cinco anos sem a sensação de desobrigação, sempre estudando, sempre com prazos para entregar textos, leituras, trabalho que tanto amo, mas do qual preciso "recessar". Talvez abrindo o blog eu consiga me forçar a entrar de férias a 48h do voo que pego com minha querida amiga, prima, irmã Ivana (Nã) na segunda feira de manhã. Nem sei a hora, não tem nada pronto. Mas tudo tem sido sempre assim, sob o signo do despreparo, do nada pronto, da incompletude...e tem sido bom viver. De novo, por que seria diferente com essa viagem? É, então, com tudo por fazer, com tudo por decidir (T.U.D.O.) que deixo esses "palavreados" que costumam ter tanto poder quando a gente quer inventar coisas. Férias inventadas, pois.
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